MARTIN DE LA TOUR

MARTIN DE LA TOUR

 

Martin de la Tour foi um homem que nunca ninguém o viu com cólera, nem emocional, nem aflito e nem tão pouco a esboçar um sorriso. Pois, ele era um homem sempre igual à sua própria pessoa. Possuía uma figura muito radiante e de uma alegria, que se podia dizer celestial. Durante a sua vida apenas tinha Cristo nos seus lábios, e a bondade, e a paz e a misericórdia no coração. Este homem nasceu em 316 e morreu em 397 da nossa era.

Martin de la Tour nasceu no Estado da Hungria. Primeiramente ele foi militar, e durante o empenho desta profissão, se distinguiu como um homem de grande compaixão. Um escrito do seu tempo, nos diz, que aquando de um inverno muito rigoroso, vendo um mendigo a tremer de frio, ele cortou sua manta, com um golpe de espada, para dar a metade a um pobre homem que na rua tiritava de frio. Ele fez mais de vinte anos no exército romano. Mas, porém, ele não desperdiçou o seu tempo no exército, por ser que estudou profundamente a Biblia Sagrada, com muito empenho, e em, seguida se retirou, para um modesto ermitage. E foi ali que os habitantes da Tour foram procura-lo, para que ele os ensinasse e os mostrasse o caminho que conduz à salvação em Jesus Cristo. Assim ele pregou nas campinas e formou várias equipas itenerantes, e também fundou numerosos Mosteiros, que se tornaram em Centros da expansão da fé cristã, no Centro e no Norte da França. E foi por tal razão que a memória do seu zelo, por Deus, ficou muito viva nos campos. E é por isto também que várias aldeias francesas chamam-se Saint Martin.- Tudo isto nos demonstra que o Crente, devotado ao seu Senhor, pode ser uma verdadeira benção para aqueles que o cercam. Ele não deseja que uma rua ou uma aldeia traz o seu nome, mas ele está muito contente que o seu nome, e de todos aqueles que recebam Jesus Cristo como Salvador, e que sejam isncritos no Livro da Vida, no Reino Celestial. Pois, o exemplo de Martin de la Tour é um exemplo a ser seguido por todos aqueles que desejam encontrar a verdadeira e salutar Paz Divina neste mundo de agruras e de incompreensão.

 

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